27 de julho de 2011
Turma da Monica!
Hoje ao sair do escritorio, bem distraida a ouvir um pouquinho de afrobeatz, quase que atropelava um vendedor ambulante. Constrangida, decidi comprar o que ele estava a vender, como quem pede desculpas... Eheehehhe... e adivinhem o que ele estava a vender!? Os almanaques da Turma da Monica. Eu literalmente dei um gritinho de alegria. Quem me conhece sabe como consigo ficar histérica muito rapidamente... O vendedor ao aperceber-se da minha alegria, fez a cara mais estranha que ja vi! Acredito que pela cabeça dele a pergunta era, que se passa com esta adulta!? Sempre gostei dos almanaques da Monica, e a fiquei imediatamente saudosista... a lembrar me de todos meus livros de quadradinhos, que eram comprados e perdidos no dia seguinte, ou emprestados e nunca devolvidos. Lembro me que sempre adorei o cascão, achava o Cebolinha um irritante e a monica uma chata. A Magali era muito gira, adorava o vestidinho dela vermelho (vendo bem era igual ao da Monica e de todas as outras meninas!). Lembro me tinha um pouco de medo do fastaminha, achava o rolo um estranho e o Piteco muito rudimentar!Quem se lembra do Jeremias, o unico negro do almanaque!? lolll Ainda nao li, mas garanto que me as gargalhadas irao surgir quando o fizer!
28 de junho de 2011
Sozinha no meu mundinho....
Um pouco ausente, mas hoje decidi escrever um pouquinho... nao será nada de especial, apenas apeteceu-me divagar...
Apesar de já serem 11 da noite, e de começar a sentir me ansiosa para dormir, estou mais acordada do que nunca...
As vezes gostaria que a minha vida fosse como um filme, aonde eu pudesse sempre ter uma música de fundo, para poder expressar como me sinto em muitos momentos, já que tenho problemas de expressão... Nesse momento oiço Lokua Kanza, a musica meu amor...Nao sei definir que instrumentos musicais oiço, nem percebo o que ele diz, apenas sei que sinto um estranho bem estar.Fecho os olhos e consigo imaginar me a flutuar, com aquele sentimento todo que me inunda o coração...Sinto uma vontade grande de agradecer, agradecer a deus por tudo o que tenho...
As vezes gostaria que a minha vida fosse como um filme, aonde eu pudesse sempre ter uma música de fundo, para poder expressar como me sinto em muitos momentos, já que tenho problemas de expressão... Nesse momento oiço Lokua Kanza, a musica meu amor...Nao sei definir que instrumentos musicais oiço, nem percebo o que ele diz, apenas sei que sinto um estranho bem estar.Fecho os olhos e consigo imaginar me a flutuar, com aquele sentimento todo que me inunda o coração...Sinto uma vontade grande de agradecer, agradecer a deus por tudo o que tenho...
Adaptação de um texto psicografado por Chico Xavier: “Quando você conseguir superar graves problemas, não se detenha na lembrança dos momentos difíceis, mas na alegria de haver atravessado mais esta prova em sua vida. Quando escapar de um acidente grave, não fique pensando no trauma que ele causou, mas no milagre que lhe ajudou a sair ileso. Quando saíres de um longo tratamento de saúde, não pense no sofrimento que foi necessário enfrentar, mas na bênção de Deus que permitiu a cura. Leve na memória, para o resto da tua vida, as coisas boas que surgiram no meio das dificuldades. Elas serão uma prova de sua capacidade em vencer as provas, e lhe darão confiança na presença Divina, que nos auxilia em qualquer situação, em qualquer tempo, diante de qualquer obstáculo.”
Feliz noite!
11 de maio de 2011
A droga camuflada
Acabei de me aperceber que o pior dos narcóticos é o poder, pois este não altera os teus sentidos, mas sim os teus valores, os alicerces do teu conhecimento e os fundamentos éticos e espirituais da tua consciência. Para o poder não existe reabilitação, pois este destrói a tua noção de certo e errado...
O poder é como uma doença prolongada, aos pouco te consome, pois alimenta o ego com vírus mortais, que te cegam e que aos poucos deteriorizam os teus princípios...
Todos os dias temos exemplos de como o poder vicia e destrói. Gadafi. Gbabo.
As vezes pergunto-me como me portaria se tivesse poder. Nunca me senti atraída a tentar qualquer outro tipo de narcótico, porque sou uma pessoa que pensa em consequências. Mas o poder já me atraiu em diversas situações...
Seria eu capaz de me deixar corromper? Seria eu capaz de continuar eu mesma?
Confesso que é algo que tenho medo de ver.
Diz se que se quiseres conhecer alguém de verdade, tens apenas que lhe dar poder.
Concordas?
O poder é como uma doença prolongada, aos pouco te consome, pois alimenta o ego com vírus mortais, que te cegam e que aos poucos deteriorizam os teus princípios...
Todos os dias temos exemplos de como o poder vicia e destrói. Gadafi. Gbabo.
As vezes pergunto-me como me portaria se tivesse poder. Nunca me senti atraída a tentar qualquer outro tipo de narcótico, porque sou uma pessoa que pensa em consequências. Mas o poder já me atraiu em diversas situações...
Seria eu capaz de me deixar corromper? Seria eu capaz de continuar eu mesma?
Confesso que é algo que tenho medo de ver.
Diz se que se quiseres conhecer alguém de verdade, tens apenas que lhe dar poder.
Concordas?
18 de abril de 2011
Sou aquela...
"Sou aquela impaciente, que grita com quem atrapalha os planos dela.
Sou aquela calminha, que observa minuciosamente mas prefere ficar calada.
Sou aquela dramática, que vê um pequeno problema 10 vezes maior do que realmente é.
Sou aquela indeferente, que cansou-se de se preocupar com coisas mundanas e mesquinhas.
Sou aquela que não consegue dizer não, pois acha que todos merecem um sim.
Sou aquela que ama com muito medo de amar.
Sou aquela pessimista, que acredita em utopias.
Sou aquela que chora ao ver qualquer demonstração de afecto.
Sou aquela que parece um bloco de segurança, mas vive com a dúvida.
Sou aquela com muito medo de arriscar,mesmo sabendo que a cobardia é uma falsa protecção.
Sou aquela calminha, que observa minuciosamente mas prefere ficar calada.
Sou aquela dramática, que vê um pequeno problema 10 vezes maior do que realmente é.
Sou aquela indeferente, que cansou-se de se preocupar com coisas mundanas e mesquinhas.
Sou aquela que não consegue dizer não, pois acha que todos merecem um sim.
Sou aquela que ama com muito medo de amar.
Sou aquela pessimista, que acredita em utopias.
Sou aquela que chora ao ver qualquer demonstração de afecto.
Sou aquela que parece um bloco de segurança, mas vive com a dúvida.
Sou aquela com muito medo de arriscar,mesmo sabendo que a cobardia é uma falsa protecção.
Sou aquela que acredita que a práctica tem que estar alinhada a teoria, apesar de quase sempre impossível.
Sou aquela que sabe que as suas qualidades sobrepõem os seus defeitos. Sou aquela que não permite que as suas convicções sejam abaladas.
Sou aquela que aprende com as experiências dos outros.
Sou aquela que sabe que as suas qualidades sobrepõem os seus defeitos. Sou aquela que não permite que as suas convicções sejam abaladas.
Sou aquela que aprende com as experiências dos outros.
Sou aquela bipolar, que hoje ri, amanhã chora.
Sou aquela que ama poucos, mas ama muito.
Sou aquela mulher, que sonha sempre em fazer a diferença"
17 de fevereiro de 2011
Preconceito...
A primeira vez que entrei em contacto com a realidade do “homossexualismo” já era uma adolescente. Lembro me perfeitamente. Estava eu sentada em frente a uma loja em um shopping em Wilbraham, nos Estados Unidos , a espera de uma amiga, apreciando as pessoas que andavam de um lado para o outro. Entretanto, dois rapazes, que pareciam ter a minha idade, aproximavam-se do local aonde eu estava, de mão dadas. Achei estranho, pois em Luanda, aonde cresci, nunca tinha presenciado cena parecida, mas ao mesmo tempo achei normal, porque estando eu nos Estados Unidos, pensei “ tudo é possível”! Mas a medida que eles se iam aproximando do banco aonde eu estava, a linguagem corporal de ambos foi mudando... estavam cada vez mais atenciosos um com o outro, trocando sorrisos e carinhos... o que culminou com um beijo longo e apaixonado. Confesso que a cara que fiz deve ter denunciado tudo o que senti naquele momento, pois eles ficaram a olhar para mim olhando completamente sem reacção para eles.
Por muito tempo questionei o motivo da minha estranha reacção, e hoje sei muito bem o porquê. Afinal de contas, nasci e cresci em uma sociedade aonde a homossexualidade era practicamente inexistente, pois sempre fora algo de que ouvira falar, sem nunca ter constantado “en loco” o facto. Eventualmente, depois de ter vivido em um país (EUA) aonde a liberdade de expressão é notória, acabei por me ir habituando aquela realidade e fui me apercebendo que entre mim e um homossexual não existe muita diferença (na perspectiva biológica). As nossas diferenças eram iguais as diferenças que tinha com o fulano ou com o cicrano: tudo de foro comportamental.
Esta introdução parece estranha, mas este assunto surgiu porque ao almoçar com familiares, alguem comentou sobre o facto de Angola ter recusado as cartas credenciais de um diplomata isrealita por este ser homossexual, o que suscitou uma série de comentários desnecessários e perjurativos em relação a homossexualidade. Ao observar que pessoas cultas e estudadas, podiam tão facilmente se deixar levar por preconceitos, fez me reflectir e escrever este blog.
Convenhamos que nós, seres humanos, somos criaturas de hábitos e sistemáticas. Vivemos a base de estruturas que nos guiam e nos dizem o que está certo ou errado. Esta estrutura pode ser biológica, religiosa, política, económica e sabe-se lá o que mais. Crescemos a ver e ouvir que o oposto de “mãe” é “pai”, de “mulher” é “homem” e assim sucessivamente, mesmo porque até biologicamente, a natureza parece ter nos feito para estarmos assim agrupados. Concludentemente, o homossexualismo em muito quebra o que nós consideramos “normal”.
Mas sinceramente, porquê é que nós, quando nos deparamos com algo diferente do que estamos habituados, queremos alienar ou exterminar, ao invés de procurar entender?
Realmente achamos que chamar nomes perjurativos aos homossexuais, tratá-los como seres fracas, inferiores, não merecedores dos mesmos direitos, inúteis, é diferente de chamar nomes perjurativos a um negro ou judeu, tratá-los como seres tratá-los como seres fracas, inferiores, não merecedores dos mesmos direitos, inúteis?
Todos nós ficamos horrorizados e revoltados ao recordarmos-nos da crueldade e desumanidade da segregação racial, dos campos de concentração e dos mil genocídios e guerras religiosas, mas esquecemo-nos que todas estas foram fundamentadas com base em preconceitos sociais e ao meu ver, medo da “diferença”, pois no compto geral, o ser humano como povo rejeita o que não reconhece.
O meu grande medo para com o preconceito em relação ao homossexualismo, é não apercebermos-nos que o preconceito em massa causa danos irremediáveis para uma determinada minoria, e estes danos demoram muito tempo a serem reparados, sendo que ainda hoje sentimos os efeitos do racismo, anti-semitismo etc.
Ninguém é igual a ninguém, e de facto existem parâmetros que acredito ter que existir em uma sociedade. Mas desde quando é que homossexualidade gera assassínos, serial killers, pedófilos, corruptos, violadores? Desde quando é o homossexualismo torna alguém egoísta, mau, mentiroso, superficial, hipócrita, cínico, lambe-botas?
A orientação sexual de outrem deverá mesmo ser a nossa prioridade na hora de julgar?
A linha entre o preconceito e o falta de humanismo a tratar o próximo é extremamente ténue, portanto temos que ter muito cuidado, pois pelo menos eu, sinto pelos meus ancestrais que sofreram devido ao preconceito e recuso-me a fazer o mesmo, mesmo que inconscientemente. Espero que o resto do mundo comece a pensar do mesmo modo.
6 de janeiro de 2011
Feliz ano novo!!! Happy New Year...!!!!
:) Nao vou conseguir evitar a redundancia de voltar a repetir feliz ano novoooo!!!!! Acredito que ate dia 10 de Janeiro, tenho o direito de ficar aos gritos, desejando a tudo e todos que este ano seje melhor que o ano que terminou...!
Posso dizer que entrei o meu ano com o meu pe direito... geladissimo! :) Pois e, em New York City, a temperatura estava por volta de - 1 graus centigrados... e eu e cerca de 200 mil corajosos la ficamos, em pleno Times Square, a combater o frio e a fome, (sao 6 horas a espera do grande acontecimento!) para poder sentir a excitacao e entusiamo de contar os minutos para os fogos e a explosao de confetti que e tipica...
Cheguei a conclusao que definitivamente forca de vontade e determinacao permite-nos fazer tudo o que nos quisermos. Eu estava literalmente a congelar, houveram momentos em que mal sentia os meus dedos, e nao parava de contar minutos... mas com muita forca de espirito, alonguei, pulei, dancei, corri, sentei no chao, conversei horas a fio... tudo porque decidi que a bem ou a mal, ia experimentar um fim de ano diferente...!!!!!
:) E aqui estou eu, em Miami (realmente, frio e bom no calor!) ouvindo o Bruno Mars (liquor store blues!) e me prometendo que este ano passarei a escrever mais, a divertir-me mais, sorrir mais, ouvir mais musica, fotografar mais, engordar a minha alma com boa leitura, boa companhia e tudo o que de melhor eu conseguir para mim.
Resolucoes para um novo ano dao te aquela sensacao de que tudo de errado que aconteceu, ou tudo de certo que nao aconteceu, pode ser corrigido. Se calhar por isso criaram as temporadas... porque sabiam que todos nos merecemos nos auto-renovarmos e tentar de novo!!!
Com um grande sorriso nos meus labios, e um maior ainda no meu coracao, desejo que todos nos tenhamos um ano de 2011 cheio de alegrias...
(Again, desculpem a falta de acentuacao...!)
14 de novembro de 2010
o meu 11 de Novembro...


Finalmente os ditos 35 anos de independência.
A preparação para a celebração para muitos começou a uma semana atras, quando o despacho a informar haveríamos de trabalhar mais uma hora de modos a fazer ponte ( o feriado era numa quinta, mas sendo o povo festivo que somos... esticamos para sexta também...!). Para muitos, era a hora para fazer as reservas e viajar por angola afora, na esperança de conhecer melhor o pais que nos viu nascer...
A província escolhida por mim foi Benguela. O critério de escolha ate foi muito simples: apenas 55 minutos de viagem (recordem-se, tenho horror a viajar de avião), hotel de acordo aos meus padrões de qualidade (Terminus) e relaxe sem fim..!
Achei por bem levar comigo as minhas queridas amigas, sendo que apenas 1(uma) conhecia a província como eu… entao, de malas cheias (porque somos mulheres ahahahhah) la fomos nos a procura do tao merecido intervalo da cidade de Luanda.
A reacção das minhas companheiras de viagem ao aterrar ao aeroporto de Catumbela foram demasiado inesperadas tenho que confessar. Elas sentiram-se impressionadas (pela a positiva) com absolutamente tudo… desde o tamanho do aeroporto (e TAO PEQUENINO… WOWW!) ao facto de que as nossas malas mal aterramos estavam no tapete rolante a nossa espera (em Luanda nao e assim!!!)…
Ao sairmos do aeroporto para a cidade do Lobito, sentimos todas uma mistura de sentimentos, desde fascínio, alegria e um orgulho de algum modo, fazermos parte de tanta beleza…!
" Nao tem poeira" acredito ter sido a grande frase das meninas… mas realmente, o aprumo da cidade era de se fazer sentir…
La chegamos a restinga, excitadas demais para reparar nas pequenas casas de pau a pique, ou num ou outro aglomerado de lixo…
Mal fizemos o check in, fomos comer ao restaurante do hotel… como chegamos cedo, ainda ficamos sem quarto por uns momentos, porque o hotel estava cheio… ao tomar o pequeno almoço com uma vista de tirar o fôlego, toda e qualquer duvida de que haveríamos de ter um fim de semana em cheio dissipou-se… após a situação do quarto ter sido resolvida, optamos por dormir um pouco, mal chegamos ao hotel, porque nao ha excitação que resista a apenas 2 horas de sono…
Ao meio dia, despertamos com o sol a inundar o nosso quarto, convidando-nos a usufruir o dia la fora… A sensação de paz que para muitos parece alegoria, naquele momento era uma certeza. O esplendido mar azul, o som relaxante das ondas o incessante chilrear dos pássaros, a luminosidade do imenso sol e sem duvida a nossa verdadeira e pura alegria fizeram daquela primeira impressão uma memória a nao esquecer…
Em momentos como aqueles,apercebemos-nos que o stress da cidade grande destrói um pouco de nos todos os dias… Lembro me bem do Tome, o garcon to Restaurante Flamingo, que nao podia sorrir mais do que ele sorria, pois seria impossível. A sua simpatia e educação, desarmaram-me completamente. Tenho que confessar que a educação por parte do próximo e algo que sinto falta em Luanda. Também lembro me do Antonio, um outro garcon do restaurante Zulu na restinga, que mal conseguia olhar para os nossos olhos, algo que interpretei como timidez, mas sempre extremamente bem educado, mesmo quando a amiga wilkia assustou o rapaz com uns bafos!
Ao sair do hotel, fomos passear ao rio Catumbela ( eu estava convencidíssima que havia uma cascata por la, o que acabou por ser apenas a barragem de Catumbela), e um pouco por Benguela, e nada mudou o nosso sentimento de descoberta e alegria…
… e ao reflectir um pouco sobre os 35 anos de independência, cheguei a conclusão que ha muito por fazer… sinto que a minha geração foi extremamente injustificada, pois por uma razão que ainda desconheço, perdemos a coragem e idealismo que caracterizou o nosso povo a 35 anos atras. A capacidade de dizer nao as injustiças e lutar pelo que acreditamos. Pergunto me se hoje conseguiríamos ir a rua e reenvidicar os nossos direitos. Provavelmente nao. E nem me sinto no direito de julgar, porque também nao o faria. Este conformismo generalizado para mim acaba por ser o grande rombo na historia do nosso povo e da nossa nação. Nos somos um pais com tanto para oferecer ao seu povo, mas sinto que nem nos temos consciência de tal coisa. Mesmo assim, lembrei me de que sem esta agridoce independência, nao teria a oportunidade de usufruir de tamanha felicidade…
Nadamos, comemos, rimos, dormimos, e nos divertimos imenso… Vi crianças cheias de areia a tomar banho no rio, vi mamas a manejar jangadas, fui abençoada por avos que vendiam bananas , vi hectares de canas de acucar, vi cupacatas em fila na bomba de gasolina, vi meninos a dancar kuduro horas sem fim, mas mais importante do que isso, vi o meu povo no seu esplendor, sempre resiliente e esperancoso.
E para os meus cépticos, nao tem nada de utópico no que acabei de vos dizer…
Beijinho e boa noite!
(Perdoem os erros, o laptop nao tem acentuação! :D )
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